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Mostrando postagens de junho, 2026

Meu Nome é Agneta: Uma Reflexão Psicológica Sobre Solidão, Pertencimento e Recomeços

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  Meu Nome é Agneta: Quando Nunca é Tarde para Recomeçar Uma reflexão psicológica sobre solidão, pertencimento e a coragem de viver Quantas vezes você já sentiu que estava apenas sobrevivendo? Cumprindo compromissos, repetindo rotinas, atravessando os dias quase no automático. Por fora, tudo parece funcionar. Mas por dentro, algo parece faltar. O filme Meu Nome é Agneta nos convida justamente a olhar para esse vazio silencioso que muitas pessoas carregam sem perceber. Mais do que uma história sobre envelhecimento, trata-se de uma narrativa profundamente humana sobre a necessidade de conexão, significado e renovação. E talvez seja justamente por isso que o filme toca tantas pessoas. Porque, em algum momento da vida, todos nós já fomos um pouco Agneta. A solidão que nem sempre é visível Quando pensamos em solidão, costumamos imaginar alguém fisicamente sozinho. Mas a psicologia nos mostra que a solidão emocional pode existir mesmo quando estamos cercados de pessoas. É possível ter f...

Quando Você Se Perde de Si Mesma para Encontrar Quem Realmente É

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  A jornada invisível da mulher em busca de amor, identidade e cura emocional Existe um momento na vida de muitas mulheres em que algo parece não fazer mais sentido. Por fora, tudo pode parecer normal. A rotina continua, as responsabilidades seguem, os relacionamentos existem. Mas, por dentro, surge uma sensação difícil de explicar: um vazio silencioso, uma inquietação constante ou a impressão de que alguma parte importante de si mesma ficou para trás. Muitas vezes, essa sensação não é um sinal de fraqueza. É um chamado. Um convite da própria alma para iniciar uma jornada de autoconhecimento. O mito que continua vivo dentro de muitas mulheres Na psicologia analítica, uma das histórias mais profundas sobre o desenvolvimento emocional feminino é o mito de Psiquê. Psiquê representa a alma humana. Sua trajetória fala sobre amor, perdas, ilusões, sofrimento e amadurecimento. Embora tenha sido escrita há milhares de anos, sua mensagem continua surpreendentemente atual. Assim como muitas ...

Quando a Sorte se Torna Prisão: Compreendendo o Vício em Jogos de Azar

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  Por Anderson Silva Camargo – Psicólogo Clínico | Global Psi Você já se pegou pensando que a próxima aposta será a responsável por mudar sua vida? Talvez tenha começado de forma inocente: um jogo online, uma aposta esportiva entre amigos, um cassino virtual ou aquela promessa de ganhos rápidos que parecia impossível ignorar. No início, tudo parecia diversão. Uma forma de distração, entretenimento ou até mesmo uma oportunidade de ganhar dinheiro. Mas, para algumas pessoas, o que começa como um passatempo pode se transformar em uma prisão silenciosa. O vício em jogos de azar é uma realidade que afeta milhares de pessoas e famílias. Diferente do que muitos imaginam, ele não está relacionado apenas à falta de controle financeiro. Trata-se de um sofrimento emocional profundo que pode comprometer relacionamentos, trabalho, saúde mental e qualidade de vida. Quando o jogo deixa de ser diversão? Uma das características mais marcantes da dependência em jogos de azar é a dificuldade de perce...

Mulheres em Relacionamentos Afetivos: Entre Amor, Apego e Padrões de Submissão

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  Nos relacionamentos afetivos, muitas mulheres se veem repetindo padrões que, muitas vezes, geram sofrimento emocional. Entre carência, apego intenso e tentativa constante de manutenção do vínculo, algumas situações podem se aproximar de uma dinâmica conhecida na psicologia como Síndrome de Estocolmo . Embora esta seja originalmente observada em contextos extremos de sequestro ou abuso, suas características podem nos ajudar a compreender comportamentos emocionais recorrentes em relacionamentos amorosos disfuncionais. Reconhecendo os Padrões Mulheres que se identificam com essas vivências podem perceber padrões como: Justificar comportamentos abusivos : A parceira racionaliza atitudes agressivas, desrespeitosas ou manipuladoras, acreditando que o parceiro “não quis” ou que “vai melhorar”. Priorizar o outro em detrimento de si mesma : Abrir mão de limites pessoais, desejos e até saúde emocional para manter a relação. Ciclo de medo e afeto : Sentir medo, ansiedade ou trist...